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A importância do gerenciamento de qualidade no armazenamento de grãos

A importância do gerenciamento de qualidade no armazenamento de grãos

Hoje em dia o produtor rural investe cada vez mais em tecnologias para agricultura de precisão, diferentes formas de irrigação, utilização de insumos químicos ou orgânicos, maquinário ultrassofisticado para plantio e colheita.

Mas, de que adianta tanto investimento durante preparação, plantio e colheita, se no momento de armazenar o grão é colocado em um silo ou armazém e não é tratado de forma correta? É aí que se observa perdas significativas no processo de pós-colheita e armazenagem, já apontado por diversos estudos governamentais e privados. Tais perdas se dão em quantidade e qualidade, trazendo prejuízos econômicos e riscos a saúde pública (contaminações por fungos, insetos, microtoxinas, resíduos químicos, etc.).

Por essas e outras que a área de armazenagem precisa ser tratada como um negócio em si e não mais como um coadjuvante da produção ou da indústria. É fundamental que ocorra uma profissionalização focada na armazenagem, pois essa forma de trabalho ou manejo do cereal muitas vezes define o lucro do armazenador.

É nesse ponto que a Agroexpertise se coloca no mercado para contribuir na rentabilidade do agricultor, evitando perdas quantitativas e qualitativas através de assessoria, automação, tecnologia, treinamento, software, aplicativo e equipamentos que auxiliam através da aeração, por exemplo, mantendo a temperatura baixa e observando as condições de equilíbrio higroscópico para que seja mantida a umidade correta do cereal.

Essas tecnologias vão facilitar a definição de qual o melhor momento da noite ou do dia para efetuar a aeração, pois a variação da temperatura e da umidade relativa é constante e ainda é preciso observar a condição de cada tipo de cereal armazenado.

As expertises dos serviços da empresa também auxiliam na troca do ar intergranular, definindo um novo microclima dentro da massa de grãos, fazendo com que não se tenha perda de peso durante a armazenagem.

“Uma unidade armazenadora de 300.000 sacas recebe o produto com 14% de umidade e, depois de sete meses, expede esse produto com 13,5%. Só em peso isso representa uma perda de 104,04 toneladas, contando com a saca de soja ao preço de R$ 60,00, seria um valor de R$ 98.838,00. Somando as horas de aeração com uma média de 100 horas por mês daria um custo de R$ 52.992,00, totalizando uma perda de R$ 151.930,00 – estamos sendo modestos com este percentual ao considerarmos uma perda de apenas 0,5%,”, afirma Luciano Beskow, diretor da AgroExpertise.

AGROEXPERTISE: Rua Hermann Faulhaber, 30 – Panambi/RS – (55) 99164-3900

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