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A importância dos pilares da fertilidade do solo

Além de ser parte essencial dos ecossistemas e ciclos da natureza, também é no solo que são realizadas as principais atividades agrícolas essenciais para a produção de alimentos.

Ao longo dos anos, o homem modificou o meio ambiente e o adaptou para as suas necessidades. Com isso, diversos elementos foram sendo modificados, inclusive o próprio solo, que durante esse processo passou por grandes transformações. Na agricultura, o solo é a base de todo o processo produtivo, é a partir dele que todos os outros processos se desenvolvem em cada cultura para expressar sua produtividade.

Nesse sentido, uma preocupação constante dos agricultores é referente à fertilidade do solo, que é a capacidade do mesmo de fornecer nutrientes para as plantas, interferindo de forma expressiva na produtividade e lucratividade da lavoura. No mercado, são inúmeras as ferramentas e tecnologias para auxiliar e manejar esses processos; dentre eles existem três “pilares” importantes na fertilidade do solo:

Fertilidade química

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Talvez esse seja o pilar mais conhecido e debatido atualmente. Neste pilar podemos utilizar as mais modernas ferramentas de mapeamento de fertilidade. Como coleta de amostras de cada subárea da lavoura, posterior diagnóstico laboratorial e representações ilustrativas em forma de mapas. O objetivo é combater os fatores químicos limitantes da produtividade que aparecem em forma de deficiência de algum nutriente ou alguma toxidez de outro nutriente.

Fertilidade física

Quando os fatores químicos se encontram equilibrados tem-se a possibilidade de ganhos de produtividade na investigação dos fatores físicos limitantes, pois destes dependem o fornecimento de água, nutrientes, oxigênio, desenvolvimento radicular, entre outros, para as plantas, o que influenciará diretamente no rendimento.

Fertilidade biológica

Áreas que apresentam maiores teores de matéria orgânica (M.O) tem uma estabilidade produtiva maior. Diversos estudos demonstram que a implantação de rotação de culturas e mix de cultivos de coberturas mantêm e/ou aumentam, em médio prazo, os teores de M.O. Ocasionado uma maior biodiversidade de micro, meso e macrofauna ciclagem de nutrientes, formação de agregados mais estáveis e maior capacidade de fornecimento de agua às plantas, entre outros.

A rotação de culturas se propõe a utilizar plantas de cobertura estimulando a atividade biológica, com diversidade e intensidade de raízes. Agregando, assim bastante volume de palhada sobre o solo. Todas essas técnicas começam indiretamente a melhorar a parte química, física e biológica do solo e, consequentemente, irão gerar mais produtividade e aumento de rentabilidade.

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