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Semeadura aérea: cobertura de solo garantida no inverno

Anualmente nos deparamos com as incertezas do cultivo de inverno e as incógnitas associadas às condições de clima e a liquidez do produto final. Como decorrente nas últimas safras, as intempéries climáticas foram decisivas desde o período de transição de cultivo de verão/inverno até o final do ciclo da cultura.

Nesta safra de inverno foi evidente os problemas causados principalmente pelos contínuos e fortes períodos de chuva que antecederam a época de implantação das culturas. Problemas como lixiviação do solo e erosões ficaram nitidamente visíveis nas áreas cultivadas do Estado.

Visando amenizar esses riscos e acelerar a implantação de culturas para cobertura vegetal no período entre safras, a KNA|Nativa Aviação Agrícola vem trabalhando forte em semeaduras aéreas, via aeronave agrícola, das diferentes possibilidades de cobertura de inverno, onde nas últimas safras colheu ótimos resultados. Culturas como nabo forrageiro, capim-sudão, milheto, aveia, azevém, ervilhaca, trigo mourisco e trigo duplo, que a propósito têm sido semeadas por todo Rio Grande do Sul.

Entre as vantagens da aeronave na semeadura aérea, encontra-se a possibilidade de ser realizada antes da colheita da cultura de verão (soja/milho), permitindo um ótimo estabelecimento da cultura de cobertura antecedente a colheita. Deixando assim uma continua cobertura do solo, agregada ao não revolvimento do mesmo. Na sobre-semeadura são otimizados os ciclos entre cultivos, o tempo para realização do serviço e a garantia de um solo protegido no inverno.

 

Nesta safra, a cultura de maior procura pelo produtor para a semeadura foi a do nabo forrageiro, que se adapta bem ao clima, tolera a geada e a seca e possui como principais características a descompactação do solo e a reciclagem de nutrientes, assumindo uma ótima opção de cobertura verde, principalmente quando antecede as culturas de trigo ou milho.

A aviação agrícola, como serviço especializado a assegurar e fomentar o desenvolvimento da agricultura, tem gerado maior produtividade e menor impacto ambiental a cada ano. Para isso, o setor conta com regulamentação própria, regida pela Agência Nacional da Aviação Civil – ANAC, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia – CREA e pelos órgãos ambientais locais. E para decolar, a atividade aeroagrícola também requer diferentes profissionais, tais como: Engenheiro Agrônomo, Piloto Agrícola e Técnico Agrícola (Executor em Aviação Agrícola). É um trabalho em equipe que exige perícia, habilidade do piloto, manutenção constante das aeronaves, precisão e uma boa dose de conhecimentos sobre agricultura.

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