Soja: Em Chicago, mercado opera em alta pelo 3º dia consecutivo e exibe leves ganhos nesta 4ª feira – Via Notícias Agrícolas | Agrocampo | Notícias do campo, agricultura, agronegócio, tecnologias, cadeias produtivas, produção agrícola e o fortalecimento do setor no mercado

Soja: Em Chicago, mercado opera em alta pelo 3º dia consecutivo e exibe leves ganhos nesta 4ª feira – Via Notícias Agrícolas

Soja: Em Chicago, mercado opera em alta pelo 3º dia consecutivo e exibe leves ganhos nesta 4ª feira – Via Notícias Agrícolas

cotações da sojaPor Fernanda Custódio. Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a sessão desta quarta-feira (2) do lado positivo da tabela. Por volta das 8h03 (horário de Brasília), as principais posições da oleaginosa exibiam altas entre 1,75 e 2,25 pontos. O vencimento janeiro/16 era cotado a US$ 8,91 por bushel, depois de encerrar o dia anterior a US$ 8,89 por bushel.

As cotações da commodity tentam consolidar o 3º dia consecutivo de ganhos no mercado internacional. O mercado encontrou suporte no aumento da produção de biocombustível para mistura no diesel, segundo as novas exigências da EPA (Agência de Proteção Ambiental). Além disso, outro fator que também contribui para o suporte nos preços, conforme explicam os analistas, é a retenção das vendas por parte dos produtores americanos.

Do lado fundamental, ainda há especulações sobre o clima no Brasil e os efeitos nas lavouras. Até o último dia 27 de novembro, pouco mais de 79% da área projetada para essa temporada havia sido plantada, de acordo com levantamento da França Jr. Consultoria. Além do atraso em relação ao ano anterior, quando cerca de 88% da área já havia sido semeada, há relatos de replantio em muitas localidades, principalmente no Mato Grosso devido ao clima irregular. Em contrapartida, no Sul do Brasil, a preocupação dos agricultores é em relação ao excesso de chuvas.

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Enquanto isso, na Argentina há dúvidas sobre a retirada das taxas de exportação para a soja. Com eleição do novo presidente, Maurício Macri, o mercado apostava que a medida poderia ser adotada já a partir de dezembro.

Fonte: Notícias Agrícolas

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