Soja: Na CBOT, mercado inicia sessão desta 3ª feira com ligeira movimentação, próximo da estabilidade – via Notícias Agrícolas

Soja: Na CBOT, mercado inicia sessão desta 3ª feira com ligeira movimentação, próximo da estabilidade – via Notícias Agrícolas

Na CBOT, mercado inicia sessão desta 3ª feira com ligeira movimentação, próximo da estabilidadPor: . As cotações futuras da soja negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a sessão desta terça-feira (3) com ligeira movimentação. Por volta das 7h42 (horário de Brasília), apenas o vencimento novembro/15 exibia ligeira queda, de 0,25 pontos e o maio/16, com perda de 0,75 pontos. As demais posições da oleaginosa operavam com estabilidade.

O mercado exibe leve oscilação após recuar mais de 5 pontos no dia anterior. De acordo com informações dos sites internacionais, as cotações futuras da commodity foram pressionadas pelas quedas mais expressivas observadas nos contratos do trigo. E, nem mesmo as informações vindas do lado da demanda foram suficientes para dar suporte aos preços. Ainda ontem, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou a venda de 120 mil toneladas do grão da safra 2015/16 para a China.

O departamento também indicou que a colheita da soja chegou a 92% até o último domingo (31). Na semana anterior, cerca de 87% da área já havia sido colhida. O percentual ficou acima do registrado no mesmo período do ano anterior, de 81% e também da média dos últimos cinco anos, de 88%. Contudo, as projeções dos investidores giravam ao redor de 96%.

Além disso, os analistas explicam que, as cotações ainda permanecem pressionadas pelas recentes chuvas no Brasil. As precipitações têm aliviado as preocupações com o período mais seco, especialmente na região central do país.

Confira como fechou o mercado nesta segunda-feira:

Soja: Bolsa de Chicago fecha em baixa nesta 2ª feira com pressão do trigo

Por Larissa Albuquerque

Nesta segunda-feira (02), os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) fecharam com perdas consideráveis. Nos principais vencimentos, pode-se observar quedas demais de 5 pontos. O vencimento novembro/15 fechou em US$ 8,78 por bushel, com queda de 5,5 pontos, já o janeiro/16 encerrou a sessão a US$ 8,80 por bushel, com perdas de 5,75 pontos.

Após iniciar a sessão com ligeiras altas, em um movimento de correção técnica, as cotações começaram a perder força mesmo com dados relevantes de demanda. Segundo o analista da Price Futures Group, Jack Scoville, dois fatores influenciaram nesta baixa, sendo o principal deles a derrubada dos preços do trigo, que fechou com perdas de mais de 13 pontos.

“O tempo melhorou e o comércio espera que as condições das lavouras venham acima da média, talvez 50% bom a excelente. A demanda é um pouco melhor, mas as ideias são USDA que podia cortar a demanda nos seus relatórios na próxima semana. Então, especificações estão adicionando aos traders hoje”, destaca Scoville.

A expectativa é que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) traga – após o fechamento do mercado – dados que irão mostrar uma melhoria na condição da safra de inverno dos EUA recém-semeadas, para a colheita de 2016.

Ainda assim, a demanda pela soja continua forte e dando sustentação ao mercado. Nesta segunda-feira o USDA divulgou seu novo reporte semanal de vendas para exportação. Na semana que terminou em 29 de outubro, os EUA embarcaram 2.560,567 milhões de toneladas de soja, ficando acima das expectativas que variavam entre 1.900,000 milhão e 2.300,000 milhões de toneladas,

Assim, no acumulado do ano comercial, o total de soja embarcada pelo país chega a 12.007,299 milhões de toneladas, 9% a mais do que as 11.013,673 milhões do mesmo período da temporada anterior. Além disso, o Departamento também informou nesta tarde a venda de 120 mil toneladas de soja em grão da safra 2015/16 para a China e, uma venda anterior de 234 mil t de soja que foi também foi transferida para a China a partir de destinos desconhecidos.

“Como as coisas estão acomodadas e há uma previsão de safra recorde também na América do Sul, o mercado deve seguir ofertado e disputado, mas com uma demanda forte que equilibra e impede que os preços rompam o patamar dos US$ 8,00 a US$ 8,50 por bushel”, explica o analista de mercado, Carlos Cogo.

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