Primeira fintech de consórcios do Brasil oferece as menores taxas do mercado

Primeira fintech de consórcios do Brasil oferece as menores taxas do mercado

Primeira fintech de consórcios do Brasil oferece as menores taxas do mercado

Empresa quer democratizar o acesso do crédito mais barato aos pequenos produtores com taxas a partir de 9,99% durante todo o prazo

Outra vantagem oferecida ao público agro é a opção de pagamento de meia parcela até que o participante seja contemplado

O Mycon, primeira fintech de consórcios do Brasil, passa a oferecer créditos que vão de R$ 30 mil e podem chegar até R$ 5 milhões, por meio de consórcio, para acelerar ainda mais o agronegócio no Brasil. O uso do consórcio no agronegócio é uma excelente opção para os produtores rurais obterem um crédito mais barato e se planejarem para crescer. Com o crédito liberado é possível adquirir imóveis em áreas rurais, colheitadeiras, tratores e equipamentos agrícolas, veículos utilitários, energia renovável, sistemas de irrigação e muito mais.

Os diferenciais do consórcio oferecido pelo Mycon são as taxas que, em média, são 50% menores em comparação com os consórcios oferecidos pelos principais bancos, além dos prazos de pagamento mais estendidos. Outra vantagem oferecida ao segmento agro é a opção de pagar apenas metade da parcela mensal referente ao crédito escolhido até que o participante seja contemplado e receba o crédito desejado, facilitando assim o fluxo de caixa do produtor. Depois, as parcelas voltam para o valor integral, e a diferença que deixou de ser paga antes é diluída nas parcelas restantes do plano.

Graças ao uso de tecnologia e inteligência artificial do Mycon, que torna o processo de aquisição do consórcio 100% digital, não existe o pagamento de comissões para gerentes nem vendedores – prática comum no mercado — e essa economia é automaticamente repassada para o produtor rural que consegue acesso a uma linha de crédito com a menor taxa do Brasil.

“O Mycon quer democratizar o acesso a um crédito mais barato, através do consórcio, principalmente para os pequenos produtores que não são atendidos pelos agentes financeiros, não conseguem linhas de créditos oficiais ou financiamentos com juros altos e cheios de burocracias. Vamos disponibilizar créditos para serem utilizados na aquisição de imóveis em áreas rurais para aumento de pasto ou plantação, adquirir máquinas colheitadeiras e equipamentos, instalação de energia solar, bem como a compra de tratores, caminhões e veículos utilitários”, explica Marcelo Kogut, CMO do Mycon.

Com a expectativa dos juros continuarem subindo até o fim de 2022, tornando os financiamentos para o agronegócio ainda mais caros e difíceis de serem obtidos devido as inúmeras garantias exigidas, o consórcio se transforma em uma excelente alternativa para suprir o crédito do setor a um custo mais baixo e a continuar a impulsionar o agronegócio, que representa quase 30% do PIB do Brasil.

No segmento de imóveis os prazos do consórcio com o Mycon são de até 240 meses (20 anos) e no de máquinas, equipamentos, caminhões tratores, autos e veículos utilitários são de até 120 meses (10 anos).

O Mycon ajuda o agronegócio a crescer

As vendas de cotas do consórcio de máquinas agrícolas mais que triplicaram em cinco anos de acordo com a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). O estudo realizado em maio de 2022, mostrou que o número de novos consorciados cresceu 326,5% no acumulado dos cinco primeiros meses. Passou de 7 mil cotas negociadas, somando o valor de R$ 2,7 bilhões em 2018, para R$ 31 mil neste ano, atingindo a marca de RR 9,2 bilhões.

Já na comparação apenas com os resultados de 2021, a expansão é de 53,4%, um dos melhores desempenhos do sistema de consórcio como um todo.

Grande parte dos novos consorciados vieram do Sudeste, com 39,1% de participação no total de adesões. Na sequência ficaram as regiões Sul (25,1%), Centro-Oeste (15,9%), Nordeste (11,5%) e Norte (8,4%). Os bens mais visados são tratores, com 87,7%, e colheitadeiras, com 8%.

Porém cerca de 80% do público ainda é formado por grandes produtores. O objetivo do Mycon é atender produtores rurais que não têm acesso aos financiamentos tradicionais, como grande parte da agricultura familiar “desbancarizada”, e outras categorias prejudicadas pela alta da Selic.

“O Mycon está em expansão assim como o agronegócio brasileiro. A administradora bateu recorde crescendo 820% em 2021, atingindo, em alguns meses, o 5º lugar no ranking de consórcio imobiliário. Agora, queremos replicar esse sucesso no segmento agro, oferecendo esse produto financeiro que democratiza o acesso ao crédito e com taxas mais baratas que os consórcios ligados aos bancos”, diz Kogut.

As estimativas do Mycon para vendas, em 2022, são de R$ 3 bilhões saltando para R$ 5 bilhões, em 2023. Já a previsão de vendas para o agronegócio, até o final 2022, é de R$ 500 milhões em créditos, saltando para R$ 2 bilhões, em 2023, o que representa 40% das vendas do Mycon no geral.

Não há restrições para participar do consórcio Mycon, diz Kogut. No momento da contemplação é feita uma análise de crédito, que ocorre em até 48 horas úteis, e em seguida o processo segue para a liberação dos recursos. Quem tiver pendências financeiras pode regularizar a situação no prazo que precisar. Existe a opção de utilizar o crédito em outro momento, sendo o valor corrigido monetariamente até a sua utilização.

*Foto Rodrigo Kenji Ono

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